Na safra 2021, as coletas foram realizadas nas cidades de Santa Rosa, Salvador das Missões, Novo Machado e Cruz Alta em 10/07; nas cidades de Nonoai e Seberi em 01/08; Santa Rosa, Salvador das Missões, Novo Machado e Ijuí em 24/08; Santa Rosa, Santo Cristo e Novo Machado em 01/09 e em Cruz Alta e Três de Maio em 01/12. Ao todo, foram realizadas 15 amostras/análises. De maneira geral, verificou-se baixo nível de infectividade na média das coletas (Figura 1).

Figura 1: Nível de infectividade de Dalbulus maidis coletados em diferentes cidades do estado do Rio Grande do Sul, coletados na safra agrícola de milho 2021.

Na safra 2022, as coletas foram realizadas no dia 17/08 em Santa Rosa, Cruz Alta e Santo Cristo. No dia 26/08, foram coletados indivíduos nas cidades de Cruz Alta, Cachoeira do Sul, Jóia e Fortaleza dos Valos; no dia 09/09, as cidades amostradas foram Boa Vista das Missões, Lajeado, Quinze de Novembro, São Luiz Gonzaga e Tucunduva. No dia 19/09, foram coletadas nas cidades de Passo Fundo e Sarandi, e no dia 04/11 foram coletados os insetos novamente em Santa Rosa. Ao todo, também foram realizadas 15 amostras/análises. Na presente safra, os resultados de infectividade de D. maidis foram superiores à safra anterior, com elevada presença de fitoplasma desde as primeiras amostras coletadas. Poucos locais apresentaram infectividade negativa comparativamente à safra 2021/2022 (Figura 2).

Figura 2: Nível de infectividade de Dalbulus maidis coletados em diferentes cidades do estado do Rio Grande do Sul, coletados na safra agrícola de milho 2022.

Na safra 2023 as coletas demostraram uma situação atípica que foi a ocorrência múltipla da infectividade aos três fitopatógenos no mesmo inseto, nas cidades de Cruz Alta e Três de Maio.

Figura 3: Nível de infectividade de Dalbulus maidis coletados em diferentes cidades do estado do Rio Grande do Sul, coletados na safra agrícola de milho 2023.

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